Mini Gramática Para Concursos E Vestibulares - Documents relógios para marcas masculinas

Mini Gramática Para Concursos E Vestibulares

by plsousa

on Oct 14, 2015

Report

Category:

Documents

Download: 0

Comment: 0

7

views

Comments Description Download Mini Gramática Para Concursos E Vestibulares Transcript
relógios para marcas masculinas

faire mná hublot
omega speedmaster pris
faire diamond hublot

Marcas de roupas masculinas

  • Marcas de roupa masculinas

  • Marcas de camisas masculinas

  • Camisa marca polo

  • Marca de moda masculina

  • Camisas polo masculinas

  • Como revender roupas

  • Roupas importadas

  • Revender roupas de marca

  • Roupas para revender

  • Camisas pólo

  • Marcas de roupas famosas

  • Marca de camisa

  • Revender roupas

  • Camisetas atacado

  • Camisa polo atacado

  • Magnata

  • Amadoras

  • Roupas atacado e varejo

  • Coritiba

  • Camisa coritiba

Mens casual slim fit M 5XL 100% algodão 2015 homens camisas de vestido roupas masculinas camisa social , homens marca camisas homme marque em Camisas Casuais de Roupas e Acessórios - Masculino no AliExpress.com | Alibaba Group
Casual ShirtMen CasualAliexpressFit MenMen ClothesLuisShirt BlousesDress ShirtAlibaba GroupForward

Mens casual slim fit M 5XL 100% algodão 2015 homens camisas de vestido roupas masculinas camisa social , homens marca camisas homme marque em Camisas Casuais de Roupas e Acessórios - Masculino no AliExpress.com | Alibaba Group

Mens casual slim fit M 5XL 100% algodão 2015 homens camisas de vestido roupas masculinas camisa social , homens marca camisas homme marque em Camisas Casuais de Roupas e Acessórios - Masculino no AliExpress.com | Alibaba Group
Casual ShirtMen CasualAliexpressFit MenMen ClothesNarutoShirt BlousesMen's ApparelMale FashionForward

Mens casual slim fit M 5XL 100% algodão 2015 homens camisas de vestido roupas masculinas camisa social , homens marca camisas homme marque em Camisas Casuais de Roupas e Acessórios - Masculino no AliExpress.com | Alibaba Group

Para além do sentido comercial que há por trás de uma data como o Dia dos Namorados, o aspecto bonito que pode haver, sobre comemorarmos nossos encontros e amores, não discrimina gênero, cor, classe social – nem muito menos orientação sexual. E foi isso que perfeita e orgulhosamente a marca Reserva propagandeou, em sua campanha para essa data. Como uma marca de roupas masculinas, a Reserva contou a história de Victor e João, que nada é além de uma linda história de amor como muitas outras –…

Para além do sentido comercial que há por trás de uma data como o Dia dos Namorados, o aspecto bonito que pode haver, sobre comemorarmos nossos encontros e amores, não discrimina gênero, cor, classe social – nem muito menos orientação sexual. E foi isso que perfeita e orgulhosamente a marca Reserva propagandeou, em sua campanha para essa data. Como uma marca de roupas masculinas, a Reserva contou a história de Victor e João, que nada é além de uma linda história de amor como muitas outras –…

from Hypeness
Alguém tinha que contar para os designers de moda que nem toda grávida quer usar roupas claras com florzinhas durante 9 meses. É, mas antes mesmo que alguém espalhasse essa notícia, Vanessa Newman e Michelle Janayea tiveram a ideia de criar uma marca de roupas para grávidas que desafiam os padrões de gênero e se sentem muito confortáveis com roupas masculinas. Mulheres que têm um estilo mais particular geralmente precisam, além de lidar com todas as mudanças pelas quais o corpo passa durante…

Alguém tinha que contar para os designers de moda que nem toda grávida quer usar roupas claras com florzinhas durante 9 meses. É, mas antes mesmo que alguém espalhasse essa notícia, Vanessa Newman e Michelle Janayea tiveram a ideia de criar uma marca de roupas para grávidas que desafiam os padrões de gênero e se sentem muito confortáveis com roupas masculinas. Mulheres que têm um estilo mais particular geralmente precisam, além de lidar com todas as mudanças pelas quais o corpo passa durante…

from Hypeness
Macho Moda - Blog de Moda Masculina: Looks Masculinos com Adidas NMD, pra inspirar!

Looks Masculinos com Adidas NMD, pra inspirar!

Adidas NmdAdidas ShoesGood OutfitsOutfit GridDylan O'brienMen's FashionMenswearMenForward

© More in Dylan Torres.

Macho Moda - Blog de Moda Masculina: Dicas para usar Camisetas Estampadas Masculinas!

Dicas para usar Camisetas Estampadas Masculinas!

Macho AlfaT ShirtEvertonAdolescencePedestrianModa BlogMenswearManShirtsForward

Macho Moda - Blog de Moda Masculina: Dicas para usar Camisetas Estampadas Masculinas!

Camiseta masculina Manga curta Floral Marca: Blue Steel Tecido: meia malha Composição: 100% poliéster Modelo veste tamanho: M COLEÇÃO VERÃO 2017 Veja outras opções de camisetas masculinas.

Camiseta Estampada Floral

Man StyleGraphic TeesShadowSwagFaithMen's FashionMasculine StyleMenswearDrawingsForward

Camiseta masculina Manga curta Floral Marca: Blue Steel Tecido: meia malha Composição: 100% poliéster Modelo veste tamanho: M COLEÇÃO VERÃO 2017 Veja outras opções de camisetas masculinas.

As melhores marcas de roupas para o seu bebê com os melhores preços é aqui na 764 KIDS. Parcele suas compras em até 3X.
Baby BodyBodiesPajamasAppliquesPurchasesDrawingsForward

As melhores marcas de roupas para o seu bebê com os melhores preços é aqui na 764 KIDS. Parcele suas compras em até 3X.

from 764kids.com.br
Camisa masculina Manga curta Floral Marca: Blue Steel Tecido: viscose Composição: 100% viscose Modelo veste tamanho: M COLEÇÃO VERÃO 2017 Veja outras opções de camisas masculinas . Está com dúvidas na tabela de medidas? Confira abaixo a equivalência dos tamanhos para facilitar sua compra: 01 = PP 02 = P 03 = M 04 = G 05 = GG 06 = XG

Camisa Floral

Style MenMangaMenswearTForward

Camisa masculina Manga curta Floral Marca: Blue Steel Tecido: viscose Composição: 100% viscose Modelo veste tamanho: M COLEÇÃO VERÃO 2017 Veja outras opções de camisas masculinas . Está com dúvidas na tabela de medidas? Confira abaixo a equivalência dos tamanhos para facilitar sua compra: 01 = PP 02 = P 03 = M 04 = G 05 = GG 06 = XG

Mary Going conta que sempre teve dificuldades para encontrar roupas que lhe agradassem totalmente. Ela sempre se identificou mais com as peças masculinas, mas elas praticamente nunca caíam bem em seu corpo feminino. Cansada de esperar uma marca que as criasse, decidiu fazer ela mesma. A grande virada aconteceu em 2008, quando Mary se casou com Martha. Ela foi a um alfaiate e comprou um terno sob medida, finalmente se vendo e sentindo como sempre quis. Alguns anos depois, passou a estudar…

Grife se especializa em roupas masculinas para mulheres cis e homens trans

Mary Going conta que sempre teve dificuldades para encontrar roupas que lhe agradassem totalmente. Ela sempre se identificou mais com as peças masculinas, mas elas praticamente nunca caíam bem em seu corpo feminino. Cansada de esperar uma marca que as criasse, decidiu fazer ela mesma. A grande virada aconteceu em 2008, quando Mary se casou com Martha. Ela foi a um alfaiate e comprou um terno sob medida, finalmente se vendo e sentindo como sempre quis. Alguns anos depois, passou a estudar…

Pinterest
or aqui. ...[passou por aqui: elementos ligados por preposição] ...[por: preposição] ...[passou: termo antecedente = rege a construção "por aqui"] ...[aqui: termo conseqüente = é regido pela construção "passou por"] As preposições são palavras invariáveis, pois não sofrem flexão de gênero, número ou variação em grau como os nomes, nem de pessoa, número, tempo, modo, aspecto e voz como os verbos. No entanto em diversas situações as preposições se combinam a outras palavras da língua (fenômeno da contração) e, assim, estabelecem uma relação de concordância em gênero e número com essas palavras às quais se liga. Mesmo assim, não se trata de uma variação própria da preposição, mas sim da palavra com a qual ela se funde (ex.: de + o = do; por + a = pela; em + um = num, etc.). É importante conhecer essas outras particularidades da preposição: · Uso da preposicao · A crase e as preposições · Uso das locuções prepositivas · A regência e o uso de preposições Uso da Preposição Algumas particularidades no uso das preposições: 1. O sujeito das orações reduzidas de infinitivo não deve vir contraído com uma preposição. Exemplo: 1. A maneira dele estudar não é correta. [Inadequado] A maneira de ele estudar não é correta. [Adequado] A maneira de nós estudarmos não é correta. [Adequado] 2. A preposição "a" não deve ser utilizada apÃxMp\ M: 1. Quando o resultado das provas foi divulgado, ela chorou perante a todos. [Inadequado] Quando o resultado das provas foi divulgado, ela chorou perante todos. [Adequado] 3. Do mesmo modo, não podemos utilizar a preposição "a" depois da preposição "após". Exemplos: 1. Todos nos reunimos após à reunião. [Inadequado] Todos nos reunimos após a reunião. [Adequado]
  • 2. O retorno dos alunos após ao intervalo é sempre tumultuado. [Inadequado] O retorno dos alunos após o intervalo é sempre tumultuado. [Adequado] 4. A preposição "desde" não admite em sua seqüência a preposição "de". Exemplo: 1. Estamos esperando aqui desde das 12 h. [Inadequado] Estamos esperando aqui desde as 12 h. [Adequado] 5. Em vez de utilizar a preposição "após" antes de verbos no particípio, prefira a locução "depois de". Exemplo: 1. O aluno partiu após difundida a notícia. [Inadequado] O aluno partiu depois de difundida a notícia. [Adequado] Omissão das preposições Antes de alguns advérbios de tempo, modo e lugar, a preposição pode ou não ser omitida. Exemplos: 1. Chegarão domingo. [Adequado] Chegarão no domingo. [Adequado] 2. O filho, cabeça baixa, ouvia a reprimenda. [Adequado] O filho, de cabeça baixa, ouvia a reprimenda. [Adequado] Conjunção Conjunção é a palavra que estabelece uma relação: · entre dois ou mais termos semelhantes da oração ou entre orações de mesma função gramatical. · entre duas orações. No primeiro caso, trata-se de uma relação de coordenação, em que os elementos ligados pela conjunção podem ser isolados um do outro. Esse isolamento, no entanto, não acarreta perda da unidade de sentido que cada um dos elementos possui. Já no segundo caso a relação é de subordinação, em que cada um dos elementos ligados pela conjunção depende da existência do outro. Exemplos: 1. As crianças iam e vinham, demonstrando completo entusiasmo pela brincadeira. ...[iam/vinham: termos semelhantes da oração = verbo] ...[e: conjunção] ...[relação de coordenação] 2. As propostas pareciam um absurdo1, mas eu concordava inteiramente com elas2. ...[segmentos 1 e 2: orações independentes] ...[mas: conjunção] ...[relação de coordenação] 3. As preocupações só terminariam1 quando Armando chegasse2.
  • ...[segmentos 1 e 2: orações dependentes] ...[quando: conjunção] ...[relação de subordinação] Esse tipo de relação é considerada uma conexão, em que os conectivos cumprem a função de ligar elementos. A conjunção é um desses conectivos e se presta a ligar palavras ou orações entre si a fim de concatenar idéias e formar, com elas, um texto coeso. O encadeamento de idéias num texto (fenômeno da coesão) se deve em grande medida ao bom uso das conjunções, já que elas estabelecem os elos necessários entre palavras formando a oração, ou entre as orações formando o período. Do ponto de vista morfológico, as conjunções são palavras invariáveis, pois não sofrem flexão de gênero, número ou grau como os nomes, nem de pessoa, número, tempo, modo, aspecto e voz como os verbos. É importante conhecer, ainda, outras particularidades da conjunção: · A crase e a conjunção "caso" · Uso das locuções conjuncionais Interjeição Interjeição é a palavra que expressa emoções, sentimentos ou pensamentos súbitos. Trata-se de um recurso da linguagem afetiva, em que não há uma idéia organizada de maneira lógica, como são as sentenças da língua, mas sim a manifestação de um suspiro, um estado da alma decorrente de uma situação particular, um momento ou um contexto específico. Exemplos: 1. Ah, como eu queria voltar a ser criança! ...[ah: expressão de um estado emotivo = interjeição] 2. Hum! Esse cuscuz estava maravilhoso! ...[hum: expressão de um pensamento súbito = interjeição] As sentenças da língua costumam se organizar de forma lógica: há uma sintaxe que estrutura seus elementos e os distribui em posições adequadas a cada um deles. As interjeições, por outro lado, são uma espécie de palavra-frase, ou seja, há uma idéia expressa por uma palavra (ou um conjunto de palavras - locução interjetiva) que poderia ser colocada em termos de uma sentença. Observe: 1. Bravo! Bravo! Bis! ...[bravo e bis: interjeição] ...[sentença [sugestão]: "Foi muito bom! Repitam!"] 2. Ai! Ai! Ai! Machuquei meu pé... ...[ai: interjeição] ...[sentença [sugestão]: "Isso está doendo!" ou "Estou com dor!"] O significado das interjeições está vinculado à maneira como elas são proferidas. Desse modo, o tom da fala é que dita o sentido que a expressão vai adquirir em cada contexto de enunciação. Exemplos: 1. Psiu! ...[contexto: alguém pronunciando essa expressão na rua] ...[significado da interjeição [sugestão]: "Estou te chamando! Ei, espere!"] 2. Psiu! ...[contexto: alguém pronunciando essa expressão em um hospital]
  • ...[significado da interjeição [sugestão]: "Por favor, faça silêncio!"] 3. Puxa! Ganhei o maior prêmio do sorteio! ...[puxa: interjeição] ...[tom da fala: euforia] 4. Puxa! Hoje não foi meu dia de sorte! ...[puxa: interjeição] ...[tom da fala: decepção] As interjeições são palavras invariáveis, isto é, não sofrem variação em gênero, número e grau como os nomes, nem de número, pessoa, tempo, modo, aspecto e voz como os verbos. No entanto, em uso específico, algumas interjeições sofrem variação em grau. Deve-se ter claro, neste caso, que não se trata de um processo natural dessa classe de palavra, mas tão só uma variação que a linguagem afetiva permite. Exemplos: oizinho, bravíssimo, até loguinho. Identificando particularidades Sobre adjetivos: · Adjetivo x Advérbio · Uso dos Adjetivo diante de Particípio · A formação do grau e os adjetivos e advérbios anômalos Sobre advérbios · Adjetivo x Advérbio · A formação do grau e os adjetivos e advérbios anômalos · Locução prepositiva x Locução adverbial Sobre determinantes · Os determinantes e o núcleo composto · Determinante antes do núcleo composto · Determinantes depois do núcleo composto Sobre preposições: · Locução prepositiva x Locução adverbial Sobre pronomes: · Uso dos Pronomes · Uso de Onde como Pronome Relativo Sobre substantivos: · Substantivo de gênero vascilante Sobre verbos: · Modo subjuntivo · Verbos com pronome "se" Adjetivo x Advérbio Embora os adjetivos e advérbios constituam classes gramaticais bastante distintas, freqüentemente se verifica certa confusão na cons cosoizzf. moladh moltatrução e emprego de algumas palavras que se alternam na função de adjetivo e advérbio. Trata-se do problema da flexão dessas classes gramaticais: o adjetivo varia em gênero e número e o advérbio é invariável.
  • A seguir indicamos a flexão e o emprego adequados de algumas palavras da Língua Portuguesa que se apresentam ora como advérbios ora como adjetivos: I. Bastantes/bastante Exemplos: 1. Os aniversariantes encomendaram bastantes salgadinhos para a festa. [Adjetivo] 2. Os salgadinhos estavam bastante frios. [Advérbio] Uma regra prática para empregar corretamente as palavras bastante/bastantes é tentar substituir esses termos pela palavra muito. Se a palavra muito flexionar em gênero e número, emprega-se bastantes, se a palavra muito não flexionar, emprega-se a palavra bastante. II. Longes/longe Exemplos: 1. Eles planejavam a conquista de terras longes e objetos antigos. [Adjetivo] 2. Eles foram longe em busca de objetos antigos. [Advérbio] III. Sós/só Exemplo: 1. Meus irmãos estavam sós naquela cidade desconhecida. [Adjetivo] 2. Eles só deixaram meus irmãos saírem apresentando passaporte. [Advérbio] Uma regra prática para empregar corretamente as palavras sós/só é tentar substituir esses termos pelas palavras sozinho e apenas, respectivamente. Onde couber a palavra sozinho, emprega-se só flexionado; onde couber a palavra apenas, emprega-se só (sem flexão = advérbio). IV. Meio/meia Exemplos: 1. Nós pedimos apenas meia garrafa de vinho. [Adjetivo] 2. Ela parecia meio brava hoje. [Advérbio] V. Alerta Exemplo: 1. Os pais estavam alerta para a situação do filho doente. [Advérbio] Observe que a palavra alerta só possui uma forma não flexionada. Isso se dá porque a palavra alerta é sempre advérbio. Uso dos Adjetivos diante de Particípio Não devemos utilizar os adjetivos em suas formas comparativa e superlativa sintética ("melhor", por exemplo) diante de verbos no particípio. Os gramáticos recomendam que, nestes casos, o uso dos adjetivos nas formas comparativa e superlativa analítica (“mais bem”, por exemplo). Exemplo: 1. A professora é melhor informada do que imaginei. [Inadequado] A professora é mais bem informada do que imaginei. [Adequado] A formação do grau e os adjetivos e advérbios anômalos
  • Uma das propriedades dos advérbios é a formação do grau a partir de um processo de derivação que consiste no acréscimo de sufixos ao radical da palavra (advérbio) ou, ainda, no acréscimo de um advérbio de intensidade (mais, tão... como, menos). Em geral, estão sujeitos a esse tipo de comportamento os advérbios de modo, expressando, assim, uma intensidade maior ou menor em relação a outro(s) ser(es) (grau comparativo) ou uma intensidade maior ou menor em relação à totalidade dos seres (grau superlativo). Cada um dos graus possui as formas absoluta – quando não existe outro elemento em referência - e relativa – quando se estabelece uma comparação entre os seres. Por sua vez, cada uma das formas indicativas dos graus pode ser representada sob as formas sintética – quando o grau é expressado através de sufixos -, e analítica – quando ao adjetivo/advérbio é acrescentada uma palavra intensificadora. Em geral, todos os adjetivos e advérbios se apresentam, na forma comparativa relativa, através da estrutura: · mais + ADJETIVO/ADVÉRBIO + (do) que (comparativo de superioridade); · tão + ADJETIVO/ADVÉRBIO + como (ou quanto) (comparativo de igualdade); · menos + ADJETIVO/ADVÉRBIO + (do) que (comparativo de inferioridade). Já os adjetivos e advérbios que se apresentam na forma superlativa relativa, o fazem segundo a seguinte estrutura: · mais + ADJETIVO/ADVÉRBIO + de (superlativo de superioridade); · menos + ADJETIVO/ADVÉRBIO + de (superlativo de inferioridade). Alguns adjetivos e advérbios, porém, possuem formas especiais quando apresentados nas formas dos graus comparativo sintético e superlativo sintético. São eles: bom/bem, mau/mal, grande e pequeno, para cuja apresentação, assumem as seguintes formas: ADJETIVO ADVÉRBIO COMPARATIVO/SUPERLATIVO SINTÉTICO bom bem melhor mau mal pior grande maior pequeno menor Essas formas especiais do comparativo e superlativo sintético são obrigatórias, especialmente porque é assumido em uma única palavra a idéia de intensidade do adjetivo e advérbio: Exemplos: Adjetivo 1. Ele é mais bom como vendedor do que como dentista. [Inadequado] Ele é melhor como vendedor do que como dentista. Adequado] Advérbio 1. É mais bem andar do que correr. [Inadequado] É melhor andar do que correr. [Adequado] Em geral, esses advérbios na forma sintética aparecem intensificados pelo acréscimo de outro advérbio de intensidade (muito, bem, bastante e etc.). Exemplos: 1. Eu considerei bem melhor viajar à noite do que durante o dia. 2. Foi muito pior viajar durante o dia! Locução prepositiva x Locução adverbial
  • Não raro, confunde-se locução prepositiva e locução adverbial, devido à utilização de palavras idênticas na formação da expressão. Uma locução prepositiva exerce a função de preposição, ao passo que uma locução adverbial exerce a função de advérbio. Uma regra prática para determinar essa distinção em nível formal é procurar pelo último elemento da locução. Se o último termo for uma preposição, trata-se de uma locução prepositiva; se esse último termo for um advérbio, estamos diante de uma locução adverbial. Exemplos: 1. Ele disse que entraria em contato dentro de poucos minutos. [locução prepositiva] ...[dentro: advérbio] ...[de: preposição] 2. O aspecto da casa era outro por dentro. [locução adverbial] ...[por: preposição] ...[dentro: advérbio] Os determinantes e o núcleo composto Os termos determinantes da oração (artigos, adjetivos, numerais e pronomes) sempre acompanham o nome, em geral, um substantivo. Em cada expressão em que ocorra a união entre o determinante e o substantivo, é obrigatória a concordância em gênero e número entre eles. Dessa forma, se a expressão contém mais de um elemento (núcleo composto) é importante verificar a concordância. Há duas maneiras de se realizar a concordância entre um núcleo composto e os determinantes: concordância com o substantivo mais próximo, e concordância com o gênero e número comum. Para isso é preciso observar a posição ocupada pelo determinante, ou seja, · determinante antes do núcleo composto · determinante depois do núcleo composto Determinante antes do núcleo composto A posição dos determinantes é muito importante para se determinar o gênero e o número que eles devem assumir na oração. Como os determinantes sempre acompanham um nome, em geral um substantivo, a concordância entre os dois elementos é obrigatória. A concordância se dará de acordo com o gênero e o número do substantivo mais próximo se: · determinante estiver ligado a um núcleo composto (mais de um elemento) · determinante estiver antes do núcleo composto Exemplos: 1. Algum atletas e treinadores se retiraram da competição. [Inadequado] Alguns atletas e treinadores se retiraram da competição. [Adequado] 2. Fantásticos fogueira e balões serão premiados na festa. [Inadequado] Fantástica fogueira e balões serão premiados na festa. [Adequado] Dentre os determinantes, o artigo é a única classe gramatical que ocupa sempre posição anterior ao substantivo (ex: a casa ao invés de casa a; um sofá ao invés de sofá um). Entre o artigo e o substantivo pode-
  • se incluir outras palavras, em geral um adjetivo. Mesmo distante, a concordância entre o artigo e o substantivo deve ser realizada. É aconselhável, ainda, a repetição do determinante para cada um dos elementos do núcleo composto quando eles forem de gênero ou número diferentes (ex.: um caderno e umas canetas ao invés de uns caderno e canetas). Determinante depois do núcleo composto A posição dos determinantes é muito importante para se determinar o gênero e o número que eles devem assumir na oração. Como os determinantes sempre acompanham um nome, em geral um substantivo, a concordância entre os dois elementos é obrigatória. Se o determinante estiver ligado a um núcleo composto (mais de um elemento) e vier depois desse núcleo, há duas maneiras de se realizar a concordância: 1. Com o substantivo mais próximo: Exemplos: 1. As esperanças e o carinho minhas serão dedicadas aos pobres. [Inadequado] As esperanças e o carinho meu serão dedicadas aos pobres. [Adequado] 2. Os pôsteres e a revista masculinas foram vendidos. [Inadequado] Os pôsteres e a revista masculina foram vendidos. [Adequado] 2. Com o gênero e número comum: Exemplos: 1. As esperanças e o carinho minhas serão dedicadas aos pobres. [Inadequado] As esperanças e o carinho meus serão dedicadas aos pobres. [Adequado] 2. Os pôsteres e a revista masculinas foram vendidos. [Inadequado] Os pôsteres e a revista masculinos foram vendidos. [Adequado] Observe, portanto, que quando a concordância se dá pelo gênero e número comum, o número será sempre plural. O gênero, por sua vez, vai ser determinado pelos substantivos que compõem o núcleo. O determinante só será feminino plural se os substantivos do núcleo composto também forem femininos; do contrário, o gênero do determinante ligado a um núcleo composto será masculino (ex.: fábrica e escritório fechados; luz e lanterna acesas). É aconselhável a repetição do determinante para cada um dos elementos do núcleo composto quando eles forem de gênero ou número diferentes (ex.: o velho perdido e as crianças [também] perdidas ao invés de o velho e as crianças perdidos). Uso dos Pronomes Os pronomes pessoais do caso reto "eu" e "tu" não podem exercer a função de complemento das preposições do português. Neste caso, devem ser usadas as formas pessoais oblíquas tônicas "mim" e "ti". Exemplo: 1. Entre eu e ti existe apenas amizade. [Inadequado] Entre mim e ti existe apenas amizade. [Adequado] O pronome pessoal "eu" não deve ser empregado depois da preposição "para", exceto quando seguido de verbo no infinitivo, ou seja, quando sujeito da oração subordinada adverbial final. Exemplo:
  • 1. Disseram para mim escrever uma carta. [Inadequado] Disseram para eu escrever uma carta. [Adequado] O pronome pessoal do caso reto não pode funcionar como sujeito da oração subordinada substantiva reduzida de infinitivo. Neste caso, são usados os pronomes átonos do caso oblíquo ("me", "te", "o", etc.). Exemplo: 1. Deixa eu sair. [Inadequado] Deixa-me sair. [Adequado] Os pronomes reflexivos e os pronomes recíprocos devem concordar com a pessoa a que se referem. Exemplos: 1. Ele vestiu-se rapidamente, pois estava atrasado. 2. Eu me feri com uma faca. 3. Carlos e eu nos abraçamos. 4. José e Antônio não se cumprimentam. O pronome indefinido "ambos" já contém a idéia de "dois", sendo dispensável o numeral. Exemplo: 1. Ambos os dois partiram ontem. [Inadequado] Ambos partiram ontem. [Adequado] O pronome indefinido "cada" repele a forma "um", por isso, utilize apenas os numerais correspondentes a mais de uma unidade: Exemplo: 1. O relógio soava a cada uma hora. [Inadequado] O relógio soava a cada hora. [Adequado] O relógio soava a cada duas horas. [Adequado] O pronome indefinido "cada" não pode ser utilizado como determinante de formas do plural, a menos que venha modificando o numeral. Exemplo: 1. A cada férias tudo se repetia. [Inadequado] Em todas as férias, tudo se repetia. [Adequado] A cada duas férias tudo se repetia. [Adequado] Uso de Onde como Pronome Relativo A palavra onde, como pronome relativo, somente pode ser utilizada para substituir um substantivo que exprima a idéia de lugar. Para a substituição de outros substantivos, utilize as formas "em que", "na qual" ou "no qual" em vez de "onde". Exemplos: 1. Na rua onde ele mora não há muito movimento. [Adequado] 2. Na oração onde o fiel pedia perdão a Deus não havia sinceridade. [Inadequado]
  • Na oração em que o fiel pedia perdão a Deus não havia sinceridade. [Adequado] Substantivo de gênero vascilante Na língua portuguesa, alguns substantivos são palavras variáveis. Eles podem variar em gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural). Alguns substantivos, porém, têm gênero fixo. Nesse caso, eles são reconhecidos somente por esse gênero que está fixado, isto é, não há formas especiais para a apresentação do gênero oposto. Por conseqüência, os determinantes que se relacionam com esse substantivo devem respeitar o gênero do substantivo. A fixação de um gênero e não outro para esse substantivo é apenas um capricho da língua, mas torna-se problema de linguagem o emprego inadequado de suas formas. Exemplos: 1. Vamos pedir uma champanhe para comemorar a vitória? [Inadequado] Vamos pedir um champanhe para comemorar a vitória? [Adequado] 2. Elas participavam de uma clã muito fechada. [Inadequado] Elas participavam de um clã muito fechado. [Adequado] A seguir, os substantivos de gênero fixo mais freqüentemente utilizados na nossa língua e os seus gêneros: MASCULINO FEMININO o agravante a usucapião o soprano a sentinela o diabete(s) a omoplata Modo subjuntivo Subjuntivo é o modo verbal que expressa uma ação incerta, inacabada, uma ação que está para se realizar e, ainda, um fato imaginado. Nesse sentido, o subjuntivo opõe-se completamente ao indicativo que é o modo da certeza, do fato real. Outra característica desse modo verbal advém da sua extrema dependência com outro verbo. Assim, o modo subjuntivo está sempre presente nos verbos de orações subordinadas. A utilização do modo subjuntivo está ligada ao sentido que se pretende dar à ação verbal. Em geral, verificamos a sua presença em verbos que exprimem: · dúvida (ex.: Talvez você possa me esclarecer isso.) · hipótese/condição (ex.: Se todos chegassem mais cedo, faríamos a reunião) · ordem/pedido (ex.: Pediria a todos que se dirigissem à recepção.) · desejo (ex.: Espero que confiem na minha palavra.) É importante que se conheçam as conjugações dos verbos no modo subjuntivo, pois o emprego adequado dessas formas implica a construção correta da concordância verbal. Além disso, outras particularidades desse modo verbal podem ser verificadas: · O subjuntivo e as orações subordinadas · O subjuntivo e os verbos modais Verbos com pronome "se" Certos verbos da Língua Portuguesa expressam, na sua forma infinitiva, a idéia de ação reflexiva. Para indicar que o objeto da ação é a mesma pessoa que o sujeito que a pratica, é obrigatória a concordância em pessoa entre o pronome reflexivo e a pessoa à qual se refere.
  • O pronome "se" torna-se, portanto, parte integrante dos verbos reflexivos. São esses os verbos indicativos de sentimentos ou mudança de estado, tais como preocupar-se, queixar-se, indignar-se, admirar-se, comportar- se, congelar-se, derreter-se e etc. Os pronomes reflexivos (me, te, se, nos e etc.) possuem uma forma especial para cada pessoa verbal, com exceção da terceira pessoa, que possui uma única forma tanto para o singular quanto para o plural: se, si e consigo. Exemplos: 1. Nós se atrevemos a ler seus manuscritos. [Inadequado] Nós nos atrevemos a ler seus manuscritos. [Adequado] 2. Eu teimava em suicidar-se em tempo breve. [Inadequado] Eu teimava em suicidar-me em tempo breve. [Adequado] Análise sintática: definição Análise sintática é uma técnica empregada no estudo da estrutura sintática de uma língua. Ela é útil quando se pretende: 1. descrever as estruturas sintáticas possíveis ou aceitáveis da língua; ou 2. decompor o texto em unidades sintáticas a fim de compreender a maneira pela qual os elementos sintáticos são organizados na sentença. A compreensão dos vários mecanismos inerentes em uma língua é facilitada pelo procedimento analítico, através do qual buscam-se nas unidades menores (por exemplo, a sentença) as razões para certos fenômenos detectados nas unidades maiores (por exemplo, o texto). Dessa forma, a Gramática Normativa (aquela que prescreve as normas da língua culta) sempre se ocupou em decompor algumas unidades estruturais da língua para tornar didática a compreensão de certos fenômenos. No âmbito da fonologia, tem-se a análise fonológica, em que a estrutura sonora das palavras é decomposta em unidades mínimas do som (os fonemas); em morfologia, tem-se a análise morfológica, da qual se depreendem das palavras as suas unidades mínimas dotadas de significado (os morfemas). A análise sintática ocupa um lugar de destaque em muitas gramáticas da língua portuguesa, porque grande parte das normas do bem dizer e do bem escrever recaem sobre a estrutura sintática, isto é, sobre a organização das palavras na sentença. Para compreender o uso dos pronomes relativos, a colocação pronominal, as várias relações de concordância, por exemplo, é importante, antes, promover uma análise adequada da sintaxe apresentada pela sentença em questão. Nenhuma regra de conduta da língua culta tem sentido sem uma análise sintática da sentença que se estuda. Por isso, antes que se aplique qualquer norma gramatical é preciso compreender de que forma os elementos sintáticos estão dispostos naquela sentença especial. Isso se dá porque os elementos sintáticos também não são fixos na língua. Por exemplo: uma palavra pode funcionar como sujeito em uma sentença e, em outra, funcionar como agente da passiva. Somente a análise sintática poderá determinar esse comportamento específico das palavras no contexto da sentença. Sendo a análise sintática uma aplicação estritamente voltada para a sentença, parte-se dessa unidade maior para alcançar os seus constituintes - os sintagmas – que, por sua vez, são rotulados através das categorias sintáticas. Como se vê, é um exercício de decomposição da sentença. Vejamos um exemplo de análise sintática: 1. Teu pai quer que você estuda antes de brincar. ...[há três orações] ...[1ª oração: teu pai quer = oração principal] ...[na 1ª oração: sintagma nominal = teu pai; sintagma verbal = quer] ...[sintagma verbal da 1ª oração: formado por um verbo modal] ...[2ª oração: que você estuda = oração subordinada objetiva direta] ...[na 2ª oração: sintagma nominal = você; sintagma verbal = estuda] ...[2ª oração: introduzida pelo pronome relativo que]

  • relógios para marcas masculinas

    faire mná hublot
    omega speedmaster pris
    faire diamond hublot

    Marcas de roupas masculinas

    • Marcas de roupa masculinas

    • Marcas de camisas masculinas

    • Camisa marca polo

    • Marca de moda masculina

    • Camisas polo masculinas

    • Como revender roupas

    • Roupas importadas

    • Revender roupas de marca

    • Roupas para revender

    • Camisas pólo

    • Marcas de roupas famosas

    • Marca de camisa

    • Revender roupas

    • Camisetas atacado

    • Camisa polo atacado

    • Magnata

    • Amadoras

    • Roupas atacado e varejo

    • Coritiba